Fiddlesticks Rework

Todas as mudanças do Rework do espantalho mais amedrontador dos games.

Publicado por Akira

Artigo em desenvolvimento, novas informações sobre o Rework do Fiddlesrticks em breve.


Fiddlesticks Base

Fiddlesticks Union Jack

Fiddlesticks Velho Oeste

Fiddlesticks Perna de Pau

Fiddlesticks Festa Surpresa

Os ícones de habilidades da skin Fiddlesticks Festa Surpresa é diferente dos originais
Cromas

Fiddlesticks Cabeça de Abóbora

Fiddlesticks Pretoriano

Cromas

Fiddlesticks Doces Trevosos

Fiddlesticks Ascendente

Fiddlesticks Espectral


Habilidades

Nenhuma descrição de foto disponível.

Passiva – Um Espantalho Inofensivo

As sentinelas de Fiddlesticks são substítuidas por Effigies.

As Effigies podem ser posicionadas para dar visão, ao serem encontradas por adversários, realizam um movimento aleatório.

Após o level 6, Effigies revelam sentinelas inimigas.

Q – Aterrorizar

Passiva: Se as habilidades de Fiddlesticks causarem dano a um oponente enquanto Fiddle está fora de visão. Fiddlesticks aterroriza o oponente por alguns segundos.

Ativa: Fiddlesticks ataca um alvo, aterrorizando-o por alguns segundos. Caso o alvo tenha sido aterrorizado recentemente, a habilidade Q não irá mais aterrorizar o alvo, mas causará dano adicional.

W – Colheita Farta

Fiddlesticks drena a alma de inimigos próximos, curando a si mesmo com parte do dano causado. Caso consiga drenar até o fim, o tempo de recarga da habilidade diminui.

E – Ceifar

Fiddlesticks ataca em sua frente, causando dano e lentidão aos inimigos atingidos. Inimigos no centro do ataque também sofrerão Silence por alguns segundos.

R – Tempestade de Corvos

Fiddlesticks canaliza por alguns segundos, e então, salta para uma área alvo, libertando diversos corvos em uma tempestade, causando dano por segundo aos inimigos próximos.


História

Há muito, muito tempo, em uma torre à beira-mar, um jovem e tolo mago trazia ao mundo algo que ele não estava pronto para controlar. O que surgiu à sua frente foi uma entidade mais antiga do que os próprios registros históricos – algo mais sombrio do que uma vasta noite sem estrelas, algo que o mundo tentou esquecer desesperadamente – e, em questão de instantes, o mago, a criatura e a torre se perderam entre as camadas do tempo.

Pelo menos é isso que as histórias dizem.

Em Freljord, as crianças assustam umas às outras em torno das fogueiras contando histórias sobre um monstro que surge de sepulturas esquecidas no gelo, cujo corpo é um mero emaranhado de elmos, escudos, peles e lenha. Em Águas de Sentina, marinheiros embriagados trocam informações ligadas a uma figura vista sobre um pequeno atol distante, de onde as pessoas nunca retornam. Já uma antiga lenda targonense descreve a forma como uma criança do crepúsculo roubou a única felicidade que um ser horrendo e destroçado tinha, enquanto veteranos do exército noxiano preferem narrar a fábula de um lavrador solitário que levou a culpa por uma péssima colheita e foi dado de comida aos corvos, retornando ao mundo como um demônio.

Demacia. Ixtal. Piltover. Ionia. Shurima. Em cada canto de Runeterra, esses mitos persistem – sendo reestruturados, recontados e repassados durante incontáveis gerações de contadores de histórias. Inúmeras são as lendas que narram a existência de algo que parece quase humano e enche os locais por onde passa de um medo palpável.

No entanto, não passam de contos usados para amedrontar crianças pequenas. Ninguém teria medo de verdade de um monstro velho e bobo chamado Fiddlesticks…

Até agora.

Algo despertou na região interiorana de Demacia, instigado pela onda crescente de medo e paranoia que assola o local. Protetorados rurais, separados da capital por quilométricas áreas de cultivo, são esvaziados em questão de dias. Viajantes somem das velhas trilhas. Não há mais notícias dos guardas que patrulhavam as fronteiras do reino. E, dentro da segurança das tabernas que beiram as estradas, é possível encontrar sobreviventes de olhos arregalados que arranham os próprios rostos enquanto balbuciam, desesperados, sobre corvos que não são corvos, sons que não são sons e um terror desigual em forma de espantalho que gralha com os timbres das vozes roubadas dos mortos.

A maioria culpa os magos fora-da-lei. Claro, histórias assim são comuns em épocas de rebelião como esta.

No entanto, a verdade é muito mais horrenda. Algo realmente retornou, assim como descrevera o conto fictício do jovem mago na torre à beira-mar. Um mal que se esvaiu do mundo por incontáveis séculos – tempo suficiente para que o presságio que descrevia seu surgimento se tornasse rumor, passasse para mito e, então, virasse lenda… até que restassem apenas fábulas. Uma entidade tão fora dos padrões que chega a contrariar quase todo o conhecimento contemporâneo que existe sobre magia. Algo tão antigo que apenas existe, desde sempre. Uma existência tão universalmente temida que até mesmo animais ficam angustiados ao ouvir seu nome.

Junto ao seu ressurgimento, uma outra história, quase perdida nas areias do tempo, reencontrou forças nas regiões interioranas – a lenda de um grande mal que não tem forma nem pensamento, nem sequer algum entendimento sobre o mundo em que habita, apenas cresce e se transforma em uma figura malformada que reflete aqueles que o temem. O terror de todas as criaturas vivas, aquele que ganhou forma no primeiro grito tenebroso da criação. Um demônio criado antes mesmo que os demônios fossem conhecidos.

Pelo menos é isso que as histórias dizem.

Mas Fiddlesticks não é história. Fiddlesticks é real.